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Blog de paulofluffy
 


Hello friends. I wanna know your opinion about this topic below. Good reading.

         From Uniban to the media

                  

The lady in pink, the lady in trouble. Who has ever imagined that a simple short pink dress would cause a big problem to a university student who decided to wear it to go to university and study as she usually does?

Geysi Arruda – who is currently studying tourism – was kicked out of university Uniban some days ago. According to her, she feels good wearing that kind of dress. But on October 22nd she was heckled and insulted by other students by disrespecting ethical principles, academic dignity and morality.

There’s an old saying which says, “Don’t judge a book by its cover.” That was what happened to Geysi. She could be a bitch, a horn, a prostitute, whatever. People couldn’t treat her like that.  I’m not her lawyer and I know that she was not sensible either, but the university dean made all this situation become even worse when he agreed with the other students’ attitude.

If her plans were to become famous, she got it. Interviews, TV programmes, photos, etc. Don’t be surprised if next month you see her on Playboy Magazine. If you see her on it, you’ll probably be scared because she dressed like that caused all that mess, imagine that woman naked? She definitely isn’t my type of woman, but short dresses… I like them!

 

 



Escrito por paulofluffy às 01h29
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Hi there. What's the curiosity about this "poem"?  Enjoy it!

 

              She

                     (Paulo Medeiros)

 

 

You’re beautiful, a pretty woman

And I simply like you

Just the way you are

I can’t take my eyes off of you

You’re more than a woman

More than a woman to me

Actually I have no words…

How could an angel break my heart?

Yeah, you take my breath away

But I can’t…it’s a sin

I would if I could

But I can’t so I won’t

However you’re in my heart

And I wish we could break all the rules

 

 

 



Escrito por paulofluffy às 02h12
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       Hi folks! Thank you so much for the words about "Blue Day". You are very generous people. Now, can you tell me what the text below is about? Good reading!

              

               

                        Next July

                                 Paulo Medeiros

 

 

I myself could see the joy on my face

When I read it that sunny afternoon

The words were so clear to me

In a few words, a great surprise

More than simple words on a piece of paper

They stood for a new start

The news that I heard that day

Made me happier than I usually am

By the way, happiness is always all around

It’s been only four weeks

But the birds have been celebrating

Every single day

The nest will get smaller

For something which is bigger than myself

I can barely see

What I can feel already

That’s the miracle of life

Come as you are

‘Cause I’ll be standing here

Just like a soldier who can’t put his gun down

I’m really looking forward to next July

 

 

 

 



Escrito por paulofluffy às 03h10
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Hi everyone. I want you to tell me what you understood about the poem. Good reading!

       

             Blue Day

                  Paulo Medeiros

 

 

It comes over in silent

Gets into my heart and soul

It makes me feel like running away

But it’s tough to break free, though

 

I’m stuck into my mind

And rather far from this world

Nobody can help me out

Even if they’re close to me

 

Even the sweetest words

Don’t put my feet back on the ground

I’m in need of hope

But it seems to be in a gloomy room

 

How can I pull it from my guts?

If my strength has gone

How can I go on?

If there’s a hole in my soul

 

 

 



Escrito por paulofluffy às 10h44
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                          Volta Por Cima

Home Sweet Home. Quem nunca ouviu essa expressão por aí? Talvez no nosso lindo português a expressão tenha uma sonoridade mais linda ainda.

Como é bom poder voltar pra casa depois de um longo dia de trabalho, tomar um bom banho, jantar com a família reunida na sala de jantar, na cozinha ou mesmo na frente da TV da sala de estar. Não importa se a televisão é aquela CCE de quatorze polegadas preto e branco cujo controle remoto é o dedão do pé direito ou uma TV de quarenta e duas polegadas de LCD da Sony com entrada para HDMI, time machine e closed caption. O importante é o senso de família, o carinho dos filhos, o beijo molhado da esposa que o espera ávido pra saber como foi seu dia.

Muitas e muitas vezes nos pegamos reclamando de tudo isso. Da mulher que quer saber de tudo, das crianças que fazem aquela barulheira, da imagem do aparelho de TV cuja antena tem uma palha de aço na ponta que não ajuda em nada.

No fundo no fundo reclamamos de barriga cheia. Duro mesmo é voltar pra casa e encontrar no chão tudo que você construiu ao longo de anos de labuta, encontrar em meio as lágrimas e as cinzas do horror o nosso cantinho dissipado. O que era concreto virou abstrato.

E junto com as cinzas estão histórias de vida que foram destruídas em poucos minutos, perda total. Imagina um pai olhar pros filhos ali desabrigados e não poder oferecer sequer um cobertor para proteger o corpo e aquecer a alma. A sensação de impotência diante dos restos de uma casa em chamas, e agora, fazer o quê?

Sem dúvida, fé é o combustível que alimentará o recomeço. Uma porta se fechou, mas uma janela se abriu. Nada a temer se não correr a luta, nada a fazer se não esquecer o medo, já dizia a música. Então meu amigo, levante a cabeça, tenha fé, se arme de coragem e escreva uma nova página na sua vida e que a tinta da sua caneta seja o suor do seu esforço e o papel desse caderno seja a sua dignidade.

P.S: Texto dedicado ao amigo Mario que essa semana perdeu a casa num incêndio. Mas ele não está sozinho nessa, todos os amigos verdadeiros se manifestaram e se uniram em prol de ajudá-lo.

 

 



Escrito por paulofluffy às 18h52
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Pra manter o blog ativo, vai aqui um texto antigo de quando o Fluminense perdeu o título da libertadores.

                                              Na hora H

          No caminho pra Tóquio o Fluminense foi atropelado por uma fleuma de placa LDU4231 (esses números foram os resultados dos jogos).

          A equipe que estava sendo dirigida por um carioca chamado Renato Gaúcho - pernóstico por natureza - falava com a alma cheia de empáfia que conhecia muito bem aquela estrada, mas derrapou na perigosa curva da auto-suficiência e entrou na contra-mão da vitória. Só que para dirigir na estrada da vitória, humildade é carteira de habilitação.

        O Fluminense fez vista grossa e subestimou o adversário quando esse jogou dentro de seu território. O time jogou na altitude sem atitude. 4 x 2 foi pouco, poderia ter voltado pro Brasil com excesso de gols na bagagem.

          Nunca é demais respeitar o oponente, principalmente quando o adversário joga com a faca entre os dentes. A LDU voou alto com os pés no chão. Antagônico? Sim, contra-senso? Não.

          Contra-senso é falar: "Vim, vi e venci, se penso logo desisto." O Fluminense que cantou vitória antes mesmo do jogo começar, desafinou na hora H, no dia D, pra LDU.



Escrito por paulofluffy às 15h37
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   Escrevendo samba de enredo. Quero me inscrever e concorrer a escola do samba. O tema é esse aí. Verde. Após ler a sinopse, saiu isso aí. só falta encontrar um sambista que transforme isso num samba de fato. A escola de samba se chama Aparecida. 

 

                 Verde

                         Paulo Medeiros

Aparecida canta a esperança

Com a magia e esse tom que encanta

E de mãos dadas

Com o caboclo dessa região

Preserva a mata

Esverdeando a urbanização

 

Então meu povo

Abrace o verde símbolo da fé,

Dos grandes monges e do profeta Maomé

 

Oh sublime natureza

Inspiração do grande Criador

Harmoniza e equilibra

Traz paz de espírito e suaviza a nossa dor

 

Nem o homem, lobo do homem

Com seu instinto predador

Vai fazer o verde perder seu esplendor

 

Ah minha Aparecida

Proteger o verde

É dizer sim pra vida

 

 

 



Escrito por paulofluffy às 00h44
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                      Vida Nova

 

“Eu os declaro marido e mulher. O noivo pode beijar a noiva.” Como essa cara deve está ansioso para ouvir isso – esse cara atende pelo nome de Harrison – e finalmente colar a aliança no seu-vizinho da mão esquerda.

O anelar destro já tinha experimentado antes o abraço do anel do matrimônio, o “sim” já esteve na ponta da língua, o carequinha quase virou Cacheado, mas o fura-bolo do destino indicou outro caminho pro meu amigo que sofreu pra entender que aquela alma não era sua gêmea.

Gemeu de dor, comeu o pão que o diabo amassou, bebeu corote disfarçado de caipirinha, experimentou o outro lado da moeda, perdeu o anel (ainda bem que ele não quis dá-lo), perdeu a pulseira de ouro e ficou sem eira e nem beira. Até Joseph Climber – aquele cuja vida é uma caixinha de surpresas – sentiu pena do cara.

Mas numa bela manhã ensolarada ele decidiu curvar todos os dedos em volta do maior-de-todos e gritar: “Aqui pra ti sofrimento! A vida é bela, carpe diem, I will survive!”  e tocou o barco rumo a felicidade (esse texto está ficando brega).

Essa busca frenética pela felicidade a dois o levou a caminhos cheios de cacos de vidros, encontros e desencontros, promessas de nada, nada de promessas, relacionamentos efêmeros, rompimentos duradouros. O cara foi até apedrejado.

A certeza de encontrar alguém que de fato o compreendesse e o amasse na mesma voltagem foi o espinafre desse Popeye tupiniquim.  São de suas faculdades mentais, foi justamente na faculdade que o sol brilhou, foi justamente na faculdade que seus olhos brilharam novamente.

Dessa vez tomou todos os cuidados necessários, pra quem nunca foi muito fã de fast-food, fast-love era algo corriqueiro nos seus namoros. Não cometeu os erros de outrora, nada de conhecer num dia e no outro já está dividindo o mesmo tubo de pasta. Agora sim, namoro standard.

Brincadeiras a parte, desejo do fundo do meu coração toda sorte do mundo nessa nova fase de sua vida. Vida a dois não é fácil, mas você com toda sua sabedoria saberá conduzir e contornar as adversidades e torná-las mindinhas.

 P.S: Deixa só eu te parafrasear quando casei e você falou pra mim: "Eu acho é bom." rsrsrs

 

 



Escrito por paulofluffy às 01h53
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              Abstêmio

                           Paulo Medeiros

 

A volúpia dos rabiscos

Encontra-se entorpecida

Faz-se o breu, faz-se o novo dia

O recôndito abraça as palavras

Confortando as idéias ignotas

Idéias errantes descaindo ao encontro

De um desvario silencioso



Escrito por paulofluffy às 18h57
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Como ando sem tempo estou postando textos antigos.

                                                A Revanche

          Brasil e França mais uma vez vão se encontrar nas quartas-de-final de uma Copa do Mundo. Na primeira vez que isso aconteceu os franceses levaram a melhor. Eles nos venceram nos pênaltis.

          Depois disso só voltamos a enfrentá-los na final da Copa de 98 lá mesmo na França e novamente eles nos castraram o título em um jogo, no mínimo, estranho para nós brasileiros.

          Três a zero de novo uma ova. Agora eles vão provar do próprio veneno. Oito anos se passaram e Zidane e companhia já não são mais os mesmos. Vamos aproveitar o ensejo para jubilar Zidane, ele será aposentado pelo Brasil e provavelmente não será aposentado com um salário mínimo – quer dizer – placar mínimo, vamos devolver o famoso trois x zéro e eles voltarão para França com excesso de bagagem.

          Naquela final o nosso maior astro sofreu uma convulsão que até hoje não foi explicada nos seus pormenores, mas agora Ronaldinho está mesmo é com compulsão por gols, o maior artilheiro de todas as copas não vai querer passar batido pelo goleirinho Bartez – que é famoso por bater roupa nos jogos decisivos.

 

O fim dessa história todos nós já sabemos. Viramos fregueses dos franceses.

         

 



Escrito por paulofluffy às 13h21
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Participarei de um concurso de toadas de boi.

              Cor da Esperança

                                    Paulo Medeiros

 

Meu boi tem a cor da esperança

Tem a magia e o verde que encanta

É boi de raça, se cai, levanta

Da natureza sua força emana

 

Mas tem o branco com sua empáfia

Destrói a mata e faz fumaça

Ganha dinheiro e nem disfarça

Só não se esqueça que aqui se faz

Aqui se paga

 

Então meu boi esverdeado

Levanta essa galera com seu bailado

Bate no peito e se ufana

Protege a mata, entra na dança

 

Então meu boi esverdeado

Levanta essa galera com seu bailado

Bate no peito, se ufana

Protege a mata, entra na dança

 

 

 



Escrito por paulofluffy às 00h19
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Logo mais no fantástico vocês assistirão uma matéria sobre o caso dos irmãos Souza. Então como ando sem inspiração, vou postar novamente um texto sobre o caso que postei por aqui em meados de abril. Leiam, assistiam a matéria e tirem suas conclusões.

                            

                Manaus, tua piscina tá cheia de ratos

                                          

          Família Souza. Idolatrada pelo povo alienado, está na mira da justiça. Ao longo dos últimos dez anos os irmãos Wallace e Carlos Souza ganharam muita popularidade por conta de um programa na TV de cunho policial. Eles inconformados com as iniqüidades sofridas pelo povo decidiram dar a cara a tapa e ir pras ruas como verdadeiros justiceiros da lei com o único intuito de resolver os problemas de segurança pública da nossa cidade.

          Então funcionava assim: bateu, levou. Com isso eles caíram nos braços do povão e logo fizeram carreira política. Hoje Wallace é deputado federal, Carlos é o vice-prefeito e o irmão mais velho, acabou de ser eleito vereador.          

          Só que pra chegar aonde chegaram, inúmeras ações ilícitas foram feitas, as acusações são várias, até o filho de um deles com nome de anjo está envolvido, e claro, não podemos negar que o programa foi a ponte para o sucesso financeiro, se é que podemos chamar isso de sucesso.

           Os irmãos coragens – como são mais conhecidos na cidade – pisaram na bola e deram um tiro, dá tiros é com eles mesmos, no próprio pé e abriram os olhos da justiça cega que espero eu, não faça vista grossa pras mil e uma evidências que aí estão gritando.

          As suspeitas de crimes cometidos por eles bóiam num mar de lamas a cada dia na mesma proporção em que nossos rios estão enchendo. O que era conjetura agora é realidade. Mas o fator “poder aquisitivo” tem tido sua influência e temo que todas as provas e informações que vazaram para incriminá-los vão embora junto com a vazante.

          Os Irmãos coragens - que tem como lema olho por olho, dente por dente – estão mais pra Pluto do que pra qualquer outra coisa, porque pra cometerem os crimes que eles cometem tem que ser um filho da Pluta. Sem contar o arsenal de armas que foi encontrado em poder deles. E tem mais, dar cesta básica em troca de votos é crime, é usurpar o direito de escolha do cidadão, é em português bem chulo, uma putaria.

          Mas agora eles estão no olho do furação e a hora é essa, o povo tem de largar essa passividade e ir pras ruas botar a boca no trombone, bater os pés, pintar a cara e desmascarar esses caras e só sossegar quando esses metralhas forem parar atrás das grades, vamos cutucar esse câncer  e vomitar sobre eles justiça, honestidade e dignidade.



Escrito por paulofluffy às 01h57
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Estou participando de dois concursos de poemas com o poema abaixo. Como sempre não estou muito otimista, mas vale pelo aprendizado, pela experiência. Se não for escolhido vai bater uma depressão, mas tenho que aprender a lidar melhor com as perdas, agora se for selecionado, será uma massagem bem gostosa no ego.

         Rosto Casto

                         Paulo Medeiros

               

Por trás daquele rosto casto

Escondem-se pensamentos insanos

Pensamentos mundanos

Ideias absurdas

Olhos de ressaca num olhar oblíquo

Cobertos com o véu da inocência

Escondendo sua indecência

Movimentos de mãos

Gestos indigestos

Suaves e ríspidos

Como as mãos de um maestro

Palavras proferidas

Curando feridas

Promessas de nada

Nada de promessas

Coração leviano...

Coração levitando


 



Escrito por paulofluffy às 16h36
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                                     O mundo animado

                                                          

 

          Nossa relação Tom e Jerry chegou ao fim. Piu-piu e Frajola sentiriam inveja de nós se aqui estivessem. Esqueleto e He-man nem se atreveriam em estudar na nossa turma, seria mais fácil o Coringa ir morar com o Batman em Gotham City do que nossa turma se unir. Posso afirmar em alto e bom tom que Popeye e Brutus brigaram bem menos que nós. Ao menos a briga deles era por um grande amor, diferente de nossas pelejas que não eram somente incompatibilidade de idéias, mas acima de tudo vaidade, é, esse grande mal da humanidade.

           Normal, quem aqui nunca sentiu vontade de matar alguém, que atire a primeira bala.

          Ás vezes tinha a impressão de que estava na TV colosso devido à tamanha cachorrada, quando não, a vontade era de dizer pra algumas colegas: “Cala a boca Magda”.

         Não sou a favor de briga, nem quero fazer apologia a ela, mas na nossa turma as brigas ao invés de funcionarem como uma espécie de criptonita, funcionavam como o espinafre do Popeye e nos fortaleciam cada vez mais.

          Um outro detalhe que me chamou à atenção durante esses anos é que algumas pessoas do corpo docente e discente se assemelham muito ao mundo da ficção. Um dia cheguei a pensar que estava na sala de justiça, outro dia pensei estar na bat-caverna, etc.

            Ao entrar na sala para assistir às aulas de uma determinada professora tinha o feeling de que estávamos na caverna do dragão, nas aulas de um outro professor a impressão era de estar no set de filmagens do filme O Máscara, pois ele era um verdadeiro palhaço no pior sentido da palavra. Até o professor aloprado deu uma palhinha. Free Willy não sossegava, a cada momento uma nova discussão, Jonny Bravo teve uma participação discreta durante três anos e meio, se limitou a repetir o que os professores falavam.

          Mobidick daria um beijo no tutubarão pra não ver por perto a free willy. Elas não se suportavam. 

          O mister Maggoo (Magu) era o pacifista da turma. Estava sempre apaziguando nas horas mais difíceis. Estava sempre atrasado, é bem verdade, mas afinal de contas, ele andava no carro do rabugento.

          Por falar em rabugento, o nosso rabugento não tinha carro, mas pentelhou os professores no último período e por conta disso não chegou ao final da corrida maluca.

          E por último o Forrest Gump. Ah, esse brigou com ninguém, mas nos contou muitas estórias. Conhece um determinado país da Europa na palma da mão. (Esse amigo vivia dizendo que ia morar na Inglaterra).

 

          



Escrito por paulofluffy às 14h12
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          Bala no tambor

                            Paulo Medeiros                

 

Com os pés fincados no chão

 

E a cabeça respeitosamente no lugar

 

O símbolo do amor no ocidente

 

Parece não mais acreditar

 

Na possibilidade de encontrar um outro

 

Dentro da tortuosa estrada dos relacionamentos a dois

 

O medo de escorregar na curva

 

E despencar na escuridão da decepção

 

Agora me faz pensar

 

Com essa fleuma glacial

 

Onde será que vamos chegar?

 

Entregar-se ou não se entregar?

 

De que adianta o amor

 

Se dele nada consigo arrancar

 

Viveremos eternamente na caverna dos cautelosos

 

Sem arriscar um único tiro

 

Pois, mais vale dez balas no tambor

 

Que um único tiro certeiro no amor?



Escrito por paulofluffy às 00h50
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